DEUS É AMOR |
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Por que vês o argueiro no olho de teu irmão e não reparas na trave que está no teu olho?
E você pode atirar pedras? Não tens pecado algum?
Aqueles homens largaram as pedras uns após os outros, sabe por que?
Temor a Deus!
E você teme a Deus?
Quem julga seu irmão não se faz observador da lei mais sim seu juiz.
Ou seja, vive suas próprias leis e não as de Deus!
Convertei também os vossos pensamentos! Pois os pensamentos Deus são superiores ao nossos pensamentos.
Rainha da paz, roga por nós!
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ESPIRITISMO |
Orientações
para os
Católicos
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O túmulo vazio de Jesus fundamenta a nossa esperança de vida eterna
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Autor |
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Reflexão Ascensão do Senhor |
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Celebramos neste domingo a Ascensão do Senhor e o conteúdo que nos apresenta as leituras são de muita intensidade e com muitos pontos importantes, assim vamos pedir ao Senhor “O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai a quem pertence à glória, vos dê um espírito de sabedoria que vo-lo revele e faça verdadeiramente conhecer. Que ele abra o vosso coração à sua luz”. Partindo deste clamor possamos refletir sobre a Palavra que nos é apresentada.
Atos, nos apresenta o diálogo de Jesus com os Apóstolos momento antes de sua subida aos céus, onde Jesus revela que a promessa do Pai irá realizar, isto é, uma das promessas feita no Antigo Testamento, certamente o Pai fez muitas promessas e que cumpri cada uma a seu momento. Em Ezequiel o Senhor promete “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne”. (Ez 36,26). O Espírito Santo prometido foi enviado pelo Pai após a ascensão do Senhor em Pentecostes. Mas qual é o papel do Espírito em nós? Qual é sua missão? O que Ele irá realizar em cada pessoa, na Igreja e no mundo? A resposta está no evangelho. Todo o que O receber será capacitado, pelo mesmo Espírito a realizar as obras de Cristo, por isso que somos chamados de Cristãos porque o mesmo Espírito que esta em Cristo agora habita em nós para continuar, em nós, a obra de Cristo, assim não se pode conceber um Cristão sem que as obras de Cristo se manifestem. E Veja bem, na primeira leitura a Palavra de Jesus é dirigida aos Apóstolos que é uma conversa mais particular e uma revelação mais direcionada, mas no Evangelho é dirigida aos discípulos, então é para todos nós, inclusive o Senhor diz “Os sinais que acompanharão aqueles que crerem”. Isto é, a todos nós. Portanto temos que almejar sermos instrumentos do Espírito para manifestar o Reino de Deus com prodígios, com curas, milagres, sem medo de contaminação, sem medo de ir ao encontro do irmão caído sob o domínio do mal e retirá-lo pelo poder de Deus. O Senhor nos dá um mandato “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo”. Somos portadores da Salvação, temos que assumir esta condição que já é nossa, que está em nós, que habita em nós, não podemos continuar aprisionando o Espírito Santo. Ele espera nossa permissão, nossa decisão, e busca a todo o momento nos levar a crer que Ele pode fazer de nossas vidas uma manifestação do próprio Cristo. “Mas recebereis o poder do Espírito Santo
que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas”. Somos as testemunhas do Ressuscitado, proclamamos que Jesus ressuscitou dos mortos, que nos trás uma vida nova e manifestamos essa nova vida com o poder realizado nas curas e milagres como o próprio Jesus realizou quando estava em nosso meio, em sua vida pública.
O Senhor subiu ao céu e um dia voltará, e nós clamamos “Maranatha” – vem Senhor Jesus – Mas entre a subida de Jesus ao Céu e sua volta existe uma missão que deve ser realizada – é a nossa missão, é a missão da igreja – De evangelizar o mundo para que “todos creiam que Jesus é o Senhor”. “Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus”. Ai está à força de nossa pregação: Aquele que desceu dos céus, se rebaixando e sendo um de nós, agora subiu aos céus e está à direita do Pai, Ele elevou a nossa humanidade, que foi decaída pelo pecado, ao grau da divindade, e toda a humanidade recebeu uma glória que não merecia, mas foi elevada por Cristo que nos amou até o fim. E se agora temos um homem de carne e osso andando no Céu podemos também chegar lá, por isso que Jesus é o caminho a verdade e a vida e quem crer n’Ele está salvo. Então celebrar a ascensão é celebrar a glorificação de toda a humanidade resgatada por Cristo. Não percamos tempo, digamos ao Senhor: “Eu creio, realize em mim o poder do Teu Espírito”.
Antonio ComDeus
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N O T Í C I A S |
Cardeal Jean Daniélou:
A crise na Igreja é uma falsa interpretação do Vaticano II
“Penso que há, atualmente, uma crise muito grave da vida religiosa e que não se deve falar de renovação, mas, sim, de decadência. [...] Esta crise se manifesta em todas as esferas. Os ensinamentos evangélicos já não são considerados como consagração a Deus, mas são vistos numa perspectiva sociológica e psicológica. Preocupamo-nos em não apresentar uma fachada burguesa, mas, no plano individual, não se pratica a pobreza. A dinâmica de grupo substitui a obediência religiosa; com o pretexto de reagir contra o formalismo, abandona-se toda a vida de oração segundo as Regras [...].”
“A fonte essencial dessa crise é uma falsa interpretação do Vaticano II. As diretivas do Concílio eram claríssimas: maior fidelidade dos religiosos e religiosas às exigências do Evangelho, expressadas nas Constituições de cada instituto e, ao mesmo tempo, uma adaptação das modalidades dessas Constituições às condições da vida moderna. [...] Mas, em muitos casos, as diretivas do Vaticano II são substituídas por ideologias errôneas, colocadas em circulação por revistas, congressos e teólogos.”
(…)
“O Vaticano II declarou que os valores humanos devem ser levados a sério. Jamais disse que devemos ingressar num mundo secularizado, no sentido de que a dimensão religiosa já não haverá de estar presente na civilização; e é em nome de uma falsa secularização que religiosos e religiosas renunciam aos seus hábitos, abandonam suas obras para inserir-se em instituições seculares, substituindo a adoração a Deus por atividades sociais e políticas. Entre outras coisas, vão na contramão no que se refere à necessidade de espiritualidade que se manifesta no mundo de hoje.”
Cardeal Jean Daniélou, em entrevista concedida no ano de 1972 |
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